Sim, foram essas orações coordenadas aditiva, com ausência de correção de regência que transformaram o dia de Luzia - nossa mulher protagonista de hoje.
Luzia não estava em um de seus melhores dias, TPM que trouxe dores de cabeça, fadiga e melancolia. Como mulher, que precisa dar conta de casa, trabalho, filhos, etc., Luzia não pode se dar ao luxo de praticar hobbies que possam diminuir esses sintomas.
Mas isso só não basta, seria "bronca miúda" como já ouvi de jovens ao se reportarem a um problema de fácil resolução. De fato, a TPM vai PASSAR. E o resto... o lidar com dificuldades no trabalho, com as mudanças do corpo e da mente de uma mulher de 40 anos que precisar enfrentar o dilema de viver, de lutar tantas lutas, suas e de tantos outros e outras, de querer tantas coisas.
Bem...não era um dia nada fácil e Luiza, resolve compartilhar com seu companheiro um dos incômodos que estava sentindo. Luiza não esperava nada mais que acolhimento, mas recebeu via mensagem apenas as duas orações que constituem o título desse texto.
É, apesar de Luiza saber que seu companheiro não consegue lidar com muitas de suas dores, medos e preocupações, ela quis dividir.
Luiza leu. Não respondeu e começou a pensar quantas vezes ela SEGUIU, nem sempre calma, mas seguiu.
E a reflexão que pude trazer a partir dessa constatação de Luiza é de que as mulheres SEGUEM. Seguem regras desnecessárias, seguem com medo, seguem sem esperança, seguem sofridas, seguem felizes também, seguem satisfeitas. Mas quem as acalmam, escutam, procuram entender quando elas não estão conseguindo SEGUIR?
Sigo tentando entender que caminhos precisamos percorrer para que continuemos a seguir firmes, cheias de vida, mas com acolhimento, verdade e confiança. E quando não for possível seguir que haja um lugar onde possamos pausar e nos acalmar.
Luzia não estava em um de seus melhores dias, TPM que trouxe dores de cabeça, fadiga e melancolia. Como mulher, que precisa dar conta de casa, trabalho, filhos, etc., Luzia não pode se dar ao luxo de praticar hobbies que possam diminuir esses sintomas.
Mas isso só não basta, seria "bronca miúda" como já ouvi de jovens ao se reportarem a um problema de fácil resolução. De fato, a TPM vai PASSAR. E o resto... o lidar com dificuldades no trabalho, com as mudanças do corpo e da mente de uma mulher de 40 anos que precisar enfrentar o dilema de viver, de lutar tantas lutas, suas e de tantos outros e outras, de querer tantas coisas.
Bem...não era um dia nada fácil e Luiza, resolve compartilhar com seu companheiro um dos incômodos que estava sentindo. Luiza não esperava nada mais que acolhimento, mas recebeu via mensagem apenas as duas orações que constituem o título desse texto.
É, apesar de Luiza saber que seu companheiro não consegue lidar com muitas de suas dores, medos e preocupações, ela quis dividir.
Luiza leu. Não respondeu e começou a pensar quantas vezes ela SEGUIU, nem sempre calma, mas seguiu.
E a reflexão que pude trazer a partir dessa constatação de Luiza é de que as mulheres SEGUEM. Seguem regras desnecessárias, seguem com medo, seguem sem esperança, seguem sofridas, seguem felizes também, seguem satisfeitas. Mas quem as acalmam, escutam, procuram entender quando elas não estão conseguindo SEGUIR?
Sigo tentando entender que caminhos precisamos percorrer para que continuemos a seguir firmes, cheias de vida, mas com acolhimento, verdade e confiança. E quando não for possível seguir que haja um lugar onde possamos pausar e nos acalmar.


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